Livros: Sombra e Ossos
Trilogia Grisha, livro #1
Autora: Leigh Bardugo
Editora: Gutenberg
Páginas: 288
Avaliação: ★★★★
Compre em: Amazon
Alina é obrigada a melhorar suas habilidades e é aí que vemos e entendemos perfeitamente como a sociedade deles é. Como eu disse no início, os poderes tem hierarquia e você entende pouca coisa ali, principalmente com esses nomes e a capa do livro parecerem coisas vindas da Rússia, mas não encontrei indicação disso e nem tem notinhas de rodapé no livro para ajudar a situação.
Autora: Leigh Bardugo
Editora: Gutenberg
Páginas: 288
Avaliação: ★★★★
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Sinopse: Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras. (+ skoob)
Às vezes vejo por aí gente mega fã da trilogia Grisha e por ter uma boa avaliação no skoob lá fui eu. Somos apresentado a uma região que tem Grishas (Soldados do Segundo Exército Mestres da Pequena Ciência), estes que são divididos em 3 categorias de poderes que decrescem em importância e cada uma subordinada a sua superior, elas tem nomes e divisões, mas isso é apresentado numa página a parte da história e você fica perdido enquanto lê.
Somos introduzidos a este mundo por Alina Starkov, uma orfã que o que tinha de melhor na vida era seu melhor amigo Maly, em uma varredura para identificar quais poderes eles poderiam ter eles se tornam cartógrafos, em uma das viagens de trabalho eles se necessitam atravessar a Dobra das Sombras e é lá que descobrimos o real poder de Alina - fornecer luz de modo parecido que o sol - o que atraiu e muito o cara que é quem traz escuridão (unindo os dois dá para fazer uma balada, com o efeito de luz que ambos trariam...:P), seu nome é Darkling e é um cara muito temido na região e com alguns planos para o governo.
Somos introduzidos a este mundo por Alina Starkov, uma orfã que o que tinha de melhor na vida era seu melhor amigo Maly, em uma varredura para identificar quais poderes eles poderiam ter eles se tornam cartógrafos, em uma das viagens de trabalho eles se necessitam atravessar a Dobra das Sombras e é lá que descobrimos o real poder de Alina - fornecer luz de modo parecido que o sol - o que atraiu e muito o cara que é quem traz escuridão (unindo os dois dá para fazer uma balada, com o efeito de luz que ambos trariam...:P), seu nome é Darkling e é um cara muito temido na região e com alguns planos para o governo.
Alina é obrigada a melhorar suas habilidades e é aí que vemos e entendemos perfeitamente como a sociedade deles é. Como eu disse no início, os poderes tem hierarquia e você entende pouca coisa ali, principalmente com esses nomes e a capa do livro parecerem coisas vindas da Rússia, mas não encontrei indicação disso e nem tem notinhas de rodapé no livro para ajudar a situação.
O livro flui que é uma beleza e você nem percebe que leu mais da metade do livro, mas para mim o livro foi mais morno que o verão da Rússia! Qualquer fuga ou cena de ação não me pareceu tão empolgante. O mundo criado pela Leigh Bardugo é bem interessante e politicamente instigante, apenas precisando de um pouco da empolgação já falada.
A amizade da Alina com o Maly é maravilhosa, o vilão da história é bem estrategista e deve ficar bem melhor no ramo para os próximos livros. Alina é uma boa personagem com um nível de trouxa necessário para deixar as coisas mais interessantes na trama.
Sombra e Ossos é um bom livro, mas foi muito introdutório, pouca ação e muitos momentos mais perdidos do que cego em tiroteio em relação ao lado político da história.


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